HERVÉ BARBEREAU

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Internacional e como!
No evento da Casa dos Quadrinhos teremos um bate-papo sobre o mercado de animação hoje na Europa com o animador francês, Hervé Barbereau.
Formado em Gobelins, fez, entre outras coisas fez Speed Racer (2008), Artur e os Minimoys (2006). Também é dele (e de mais 3 caras) a vinheta mais legal de Annecy que é essa aqui:


E ai? Vai perder? Vai perder?
Perde não bobo! =D
Vai ser dia 1° de novembro, às 14 hs, na Casa dos Quadrinhos.
Maiores informações, liga lá na casa: 31) 3224-0040
É isso. Nos vemos no DIA!

SITA SING THE BLUES... again...

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Olá e bom dia a todos os meninos e meninas.
Bom, eu sei que eu disse que em um certo ontem que em um certo 'amanhã' que virou ontem faz tempo, eu ia escrever sobre a série The Amazing Adrenalini Brother. Vai rolar ainda, mas não hoje.
Isso porque hoje teremos Sita Sing the Blues FULL VERSION! ae!


























Pra quem não leu o post sobre o filme, leia! Aqui.
E para ver essa belezura de longa, é no Channel 13.org.
Tudo descoberto pelo site da Nina.

É isso.
E parabéns aos 30 escolhidos pro animatv! Sobretudo o João e seus piratas e ninjas e robôs e coubois! Boa sorte no pitching. =D

SITA SING THE BLUES

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Há cerca de uns 2 atrás eu vi um still dessa animação. Nessa mesma época ela foi matéria na Animation Magazine. Dai eu comecei a buscá-la, mas só encontrava cenas bem curtinhas que mostravam animações em recorte com um estilo bem geometrizado de divindades indianas. Lindo!
Assim, essa animação era isso pra mim. O que já estava muito bom. Mas assistindo aos 11 minutos iniciais, postados há poucos dias no Cartoon Brew (I love you Cartoon Brew!), eu entendi que 'Sita Sing the Blues' era muito mais.
A animação, que demorou 5 anos para ser concluida, conta a história de Nina, que teve que se separar do marido que foi trabalhar em um estúdio na Índia, e também de Sita, divindade do conto indiano Ramáiana, que teve que se separar de seu esposo amado, Rama. E no meio disso 3 sombras divertidas contam toda essa confusa história, cheia de personagens.
Só que cada um em um estilo visual. E eles funcionam.
O que prova o motivo de o longa de 82 minutos ter participado de tantos festivais (uns 40) e de seus merecidos prêmios (Annecy entre eles...).
E não é só isso, o fato mais interessante, a meu ver, é a junção de mitologia indiana, e clássicos do Jazz da dec. de 1920. A música é um elemento (acho, já que só vi 11 minutos do filme) que justapoe universos tão diferentes, e mesmo assim tão aproximados pela mesma "tragédia" de ambas as persongens.
E falando em tragédias, Nina Paley, tem lidado com seus percalços. Nina é a diretora, idealizadora, animadora, produtora e todos os mais 'ora que puderem entrar na brincadeira. E ela teve, e esta tendo, sérios problemas para distribuir o filme, podendo faze-lo só em festivais. Isso porque ela não conseguiu os direitos de algumas músicas que estão no filme. E até agora ela está em busca de financiamento e doações para conseguir pagar algumas coisas da distribuição.















Inclusive ela possui um projeto chamado questioncopryright.org. Confesso que não li ainda qual é a proposta, então vou ler antes de falar sobre. Mas creio que seja uma força tarefa pra facilitar a vida do produtor independente, frente às licenças e outras cocitas que são incrivelmente mais fáceis pros grandes estúdios. O que é muito bacana.
Bom, tá aqui o blog da moça.

E voltando a animação, eu deixo aqui o site do filme, www.sitasingstheblues.com, onde tem um monte de stills bacanérrimos, 2 posteres lindos de viver (em alta qualidade), além do trailer pra baixar.
Ae! Agora só falta ver o filme, ou pedaço dele. Então seguem os 11 minutos iniciais, e o trailer, não necessariamente nessa ordem. =D






É isso.

Ela que Mede

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Ela que mede é uma produção croata que ganhou só dois premios em Annecy 2008. E é atração no festival de curtas de São Paulo.
A animação 3d tem ares pós-apocalípticos (e não tem jeito de não pensar em Matrix, quando um grupo é drenado em umas engenhocas). Num ambiente árido que parece dar em lugar nenhum, um grupo de pessoas segue com seus carrinhos de compras, hipnotizados por uma ”máscara-tv”. Enquanto seguem pelo caminho da vida, apenas vão catando os produtos que lhe são jogados pelo chão. E fazem isso completamente absortos pela publicidade. Familiar né? Pois fica pior... Quem os guia é nada mais nada menos que um palhaço. Ele, de forma um tanto “átipica” (pra ficar claro, esses produtos são todos uma merda...) vai deixando esses produtos pelo chão. E ele, o palhaço, nada mais é que representação de todas as imundices do mundo.
O filme é cheio de simbolismos e metáforas. E traz um conceito estético que contrasta a solidez do palhaço com a fragilidade e quase transparência dos seres humanos.
Seres humanos que caminham até o fim da vida levando carrinhos cada vez mais cheios. Mas não todos. Alguém consegue fugir desse ciclo vicioso e simplesmente vive.
Enfim,uma críticazinha danada à sociedade de consumo.


Tá curioso? Não vai a SP? Então vou quebrar seu galho... Assista ao filme aqui.
=D

Um abraçoso.
Cristiane Fariah

Sejam benvindos bonecos!

Era um blog de todo mundo... ninguém escreveu. Agora parece que é só meu. =D Animação em todas as suas vertentes dentro do meu possível...

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